sexta-feira, 30 de abril de 2010

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 Ilustração Portuguesa nº618 de 24 de Dezembro de 1917

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Museu da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários Lisbonenses


O machado do 1º Comandante dos Bombeiros Voluntários Lisbonenses, Eduardo Augusto Macieira, exposto na sala museu do B.V. Lisbonenses, assim como muitas memórias dos seus 100 anos de actividade.
Museu da AHBVL -Ver aqui


quarta-feira, 28 de abril de 2010

Memória dos Bombeiros Voluntários de Lisboa

Revista "O Bombeiro" de 24 de Março de 1908 -ler aqui

terça-feira, 27 de abril de 2010

Imagens dos BVLisbonenses no "Portugal em Directo" da RTP

O Comandante  José Manuel Bento entrevistado durante o simulacro de acidente de viação, no "Portugal em Directo"

O Comandante do QH, Tenente Coronel França de Sousa e o Presidente da Direcção da AHBVL, Sr. Manuel Simão Garcia  Correia, apresentando o livro do Centenário no "Portugal em Directo".

domingo, 25 de abril de 2010

BV Lisbonenses no blogue "Bonecos de Bolso"

 Pedro Cabral, autor do Blogue Bonecos de Bolso, desenhou o Quartel dos BVLisbonenses, colaborando gentilmente neste ano do Centenário da AHBVL.
Blogue Bonecos de Bolso -aqui

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Os Bombeiros Lisbonenses no "Portugal em Directo" da RTP (II)


A questão do novo quartel:



1ªParte do Programa "Portugal em Directo" aqui:
mms://195.245.168.21/rtpfiles/videos/auto/portdirecto/ptdirecto_1_20100419.wmv

quinta-feira, 22 de abril de 2010

O Quartel da Rua Camilo Castelo Branco

O traço de Pedro Cabral, num desenho feito especialmente para este blogue, no ano do Centenário dos Bombeiros Voluntários Lisbonenses. 
Pedro Cabral, autor do blogue "Bonecos de Bolso" e um participante activo nos "Urban Sketcher".

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Bombeiros Lisbonenses no "Portugal em Directo" da RTP

O programa "Portugal em Directo" de 19/04/2010, deu grande destaque aos Bombeiros V. Lisbonenses e ao Centenário que se comemora este ano.
Hoje deixamos aqui um pequeno resumo do simulacro de um acidente de viação, que RTP, transmitiu em directo.



2ª parte do programa "Portugal em Directo"
mms://195.245.168.21/rtpfiles/videos/auto/portdirecto/ptdirecto_2_20100419.wmv

terça-feira, 20 de abril de 2010

Incêndio na Cadeia do Limoeiro em 1919 (II)

Foto publicada na "Ilustração Portuguesa", nº691 de 19 de Maio de 1919 - Incêndios na Cadeia do Limoeiro ler mais aqui e aqui.

sábado, 17 de abril de 2010

Um pavoroso incêndio em 1917

MEMÓRIAS
Participações de serviço dos arquivos dos Bombeiros Voluntários Lisbonenses:
Em 22 de Setembro de 1917, na Rampa de Santos, fogo  de extraordinária violência, tendo sido destruídos 3 corpos de edifício na Rua 24 de Julho e outros 3 sobre a Rampa de Santos.Foram  pensados vários feridos no local, por pessoal  da nossa ambulância  e outros conduzidos ao Hospital. Compareceram 21 Voluntários e 3 viaturas.
No Livro do Centenário da AHBVL



"No dia 22 do mez findo pelas 11 horas rebentou com grande intensidade um incendio n'um depósito de latas com gazolina e barricas com materias inflamaveis, propagando-se o fogo ao  predio onde ele estav instalado e aos dois contiguos  com frente para a rampa de Santos e a rua Vinte e Quatro de Julho, que ficaram literalmente destruidos, tendo sido os prejuizos consideraveis.
Foi devido, talvez ao facto do incendio se terdeclarado de dia que não houve, felizmente, vitimas a lamentar, tanto mais que se lutou durante muito tempo com falta de água, tendo o sinistri produzido em Lisboa  a maior impressão."

Os predios incendiados  na rampa de Santos, (vista tirada  dos jardins da legação de França)
Publicado na "Ilustração Portuguesa" nº606 de 1 de Outubro de 1917

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Os Bombeiros Voluntários Lisbonenses nas convulsões sociais em 1917

MEMÓRIAS

Na Ilustração Portuguesa nº589 de 4 de Junho de 1917

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Outros Incêndios

 Legenda:
Um aspecto do incêndio que destruiu a fabrica de cortiça do Sr. Alexandre  Symington  em Almada, no dia 6 de Fevereiro ( 1904).


"O incendio começou  pela 1 hora e teve origem na casa das aparas,onde cahiram algumas faulhas da machina.Desde logo tomou proporções, altearam-se labaredas monstras em linguas de fogo vivas, vermelhas.(...)Os operarios  da fabrica  quizeram  ainda apagar o incêndio com balde d'agua e fizeram prodigios de valentia.Porém tornou-se impossivel a extinção do fogo, que dentro em pouco açambarcava toda a fabrica. Começaram então a chegar os socorros, as bombas dos navios de guerra surtos no Tejo, sendo uma das primeiras a do cruzador Benjamim Constant com 25 marinheiros, um mestre serralheiro e um mestre caldeireiro, sob o comando do 1º tenente sr. Octavio Ferry, tendo por subalterno o guarda-marinha sr. Colonia. Com um denodo sem egual,  cheios de arrojo e boa vontade, entrando pela chammas ao lado dos marinheiros da Duque Terceira, do S.Rafael e do Pero d'Alenquer, a guarnição brasileira fez maravilhas.(...)

Ilustração Portuguesa nº15 de 1904
(ortografia e acentuação conforme texto original)

Em 1904, 6 anos antes da fundação dos Bombeiros Lisbonenses, um incêndio combatido por navios da  marinha de guerra.

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Incêndio no vapor "Àfrica" em 1921

MEMÓRIAS
Participações de serviço dos arquivos dos Bombeiros Voluntários Lisbonenses:
 Em 7 de Novembro de 1921, incêndio no porão do vapor "África", muito violento e perigoso, tendo ficado intoxicados alguns dos nosso Voluntários. Trabalharam 23 homens e 3 viaturas , durante 9 horas.
No livro do centenário da AHBVL


Ilustração Portuguesa nº821 II Série  de 12 Novembro de 1921

Incêndio no Teatro do Ginásio em 1921

MEMÓRIAS
Participações de serviço dos arquivos dos Bombeiros Voluntários Lisbonenses:
Em 5 de Novembro de 1921, ardeu por completo o Teatro do Ginásio, tendo ficado feridos alguns dos nossos Voluntários.Compareceram 21 elementos do Corpo activo e 3 viaturas.

Do livro do Centenário da AHBVL

Ilustração Portuguesa, nº821 II Série de 12 de Novembro de 1912
Foto da Ilustração Portuguesa de 4 de Agosto de 1923, quando do início das obras de reconstrução do Teatro do Ginásio

sábado, 10 de abril de 2010

Os Quartéis dos Bombeiros Voluntários Lisbonenses

De um trabalho sobre a fundação dos Bombeiros Voluntários Lisbonenses da autoria do Comandante Amadeu César da Silva, publicado  no Boletim da Liga dos Bombeiros Portugueses, nº192 de Julho-Agosto de 1960.
  O primeira sede do Bombeiros Voluntários Lisbonenses na rua das Flores nº95 (1910)

"Dado o desenvolvimento que a Associação começou a adquirir (após a sua fundação em 12 de Dezembro de 1910), e as acanhadas  instalações na   sua sede, na rua das Flores nº95, procedeu-se em Dezembro de 1913, à sua mudança para as novas instalações  na Avenida Duque de Loulé 113 e 115. Daí por diante,
o desenvolvimento acentuou-se ainda mais, o que levou os seus dirigentes de então a pensarem em instalar a associação em sede própria, pelo que se  lançaram ao empreendimento, mandando construir um quartel na rua Camilo Castelo Branco nº33 ao nº37, apenas com os recursos da própria asociação. Esse quartel  foi inaugurado em Maio de 1925, e desde então ficou a associação devidamente instalada. Todavia o desenvolvimento continuou cada vez mais acentuado e as instalações foram-se tornando deficientes.Foi por isso necessário aumentar as instalações para o que os seus dirigentes resolveram mandar demolir quase totalmente a sede e quartel e proceder a ampliação do mesmo. Em 22 de Dezembro de 1946, foram solenemente inauguradas as novas e modelares instalações do seu quartel."

Post relacionado:Quartéis dos BVL

sexta-feira, 9 de abril de 2010

No início da AHBVL

Eduardo Augusto Macieira, Guilherme Saraiva Maia e Armando Seixas Trindade, que comandaram sucessivamente a nova Corporação, assim como  outros Voluntários, ocupando carros privativos quando da sua fundação.


De um trabalho sobre a fundação dos Bombeiros Voluntários Lisbonenses da autoria do Comandante Amadeu César da Silva, publicado  no Boletim da Liga dos Bombeiros Portugueses, nº192 de Julho-Agosto de 1960.
 Em 12 de Dezembro de 1910

"Foram os primeiros alistados no Corpo Activo, além do Comandante, Eduardo Augusto Macieira, Frederico Pinto Basto, Guilherme Saraiva Maia, Fernando Cardoso Botto, José Coelho Dias, FredericoPires Lopes, Armando de Seixas Trindade, Joaquim Santos Artino, Francisco Rodrigues  de Almeida,  Carlos Bastos Pereira da Costa, Manuel António Iniguez, Bernardo de Oliveira Morgado,Gaspar António das Dores, Júlio José Nunes,Eduardo Silva, Joaquim Sabino de Almeida, Diogo  José da Encarnação Carvalho e Ruy Macedo, bombeiros sendo os três primeiros de 1ª classe, os três imediatos de 2ªclasse eos restantes  de 3ª Maquinistas, Custódio Vicente de Almeida, João António da Silva, Carlos Eugénio Belling Dias, Alexandre Augusto Ramos Certã, António José  Santhiago, António Maria Lima e Vergilio Cunha."

"Durante a sua já longa existência de mais de 40 anos, tem a valorosa corporação  dos Bombeiros Voluntários Lisbonenses prestado  os mais assinalados serviços, que em incêndios e outros sinistros quer no transporte de feridos e doentes. E o seu lugar tem sido marcado com o maior relevo por ocasião de alterações de ordem pública, que infelizmente se registaram em Lisboa."

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Incêndio no Depósito de Fardamentos em 1916

MEMÓRIAS
Participações de serviço dos arquivos dos Bombeiros Voluntários Lisbonenses:
Em 13 de Janeiro de 1916, em Santa Clara no Depósito de Fardamentos, um dos mais violentos e perigosos incêndios de todos os tempos.
Numa derrocada ficaram feridos os nossos Voluntários Eduardo Assunção, António Pedro de Almeida, Silvino Ferreira, Vitor Santos, Diogo de Carvalho, Manuel Nunes Patricio e António José Santiago, tendo o primeiro ficado hospitalisado por largo tempo.

Registou-se  a comparência de 43 Voluntários e de 4 viaturas.
Louvados pelo Governo e Câmara Municipal.
No Livro do Centenário da AHBVL





Legenda- A que ficou reduzido o edifício do depósito de fardamentos, vendo-se o lanço da parede que desabou e soterrou dois bombeiros.

Na "Ilustração Portuguesa" nº518  de 24 de Janeiro de 1916

quarta-feira, 7 de abril de 2010

A simpatia da Direcção da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários Lisbonenses, no reconhecimento do trabalho apresentado no blogue "Sobre os Bombeiros Voluntários Lisbonenses"



terça-feira, 6 de abril de 2010

A fundação da Associação H. dos B.V. Lisbonenses

Por gentileza de José Alfredo Almeida Presidente da Associação Humanitária dos Bombeiros da Régua, publicamos hoje a 1ª parte de um trabalho sobre a fundação dos Bombeiros Voluntários Lisbonenses da autoria do Comandante Amadeu César da Silva, publicado  no Boletim da Liga dos Bombeiros Portugueses, nº192 de Julho-Agosto de 1960.



"Embora  ainda não houvesse sido revogado o diploma que em 1901, criara a Divisão Auxiliar de Bombeiros Voluntários, as suas disposições eram já letra morta.Foi, por isso, sancionada pela instâncias oficiais a criação de mais uma corporação de  voluntários, com a fundação em 12 de Dezembro de 1910, da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários Lisbonenses, originada por uma cisão havida nos voluntários de Lisboa, da qual sairam os fundadores daquela, que foram : Eduardo Augusto Macieira, que assumiu o cargo de comandante do Corpo Activo; Carlos Vasques, o grande benemérito que orientou a nova associação, durante muitos anos; Guilherme saraiva Maia, Alexandre Augusto Ramos Certã, João António da Silva, Carlos Eugénio Belling Dias, Rui de Macedo, John B. Jauncey, Henrique de Melo Lorena, Manuel António Iniguez, Carlos Bastos, Pereira da Costa, Diogo da Encarnação Carvalho e Fernando Cardoso Botto."                                                                                    

domingo, 4 de abril de 2010

Incêndio das Fábricas de Cortiça do Caramujo em 1911

MEMÓRIAS
Participações de serviço dos arquivos dos Bombeiros Voluntários Lisbonenses:
Em 22 de Agosto de 1911, ardeu por completo uma fábrica de cortiça na Rua Manuel Gomes, Caramujo. Trabalhou a nossa bomba-automóvel e 17 Voluntários desde as 22H50m até às 7 horas do dia seguinte.Particularmente perigoso dada a indole  criminosa que o motivou.
A maior parte das mangueiras ficaram inutilizadas por terem sido retalhadas pelos grevistas.
Livro do centenário da AHBVL



"Lisboa viu na noite de 22 para 23 d'Agosto um grande clarão no outro lado do rio.Correu gente para os pontos altos da cidade a ver o espectáculo e dentro em pouco sabia-se que estava a arder a fábrica de Cortiça do Caramujo pertencente ao sr. Conde de Silves.
O fogo aparecera  em três partes ao mesmo tempo e com tanta intensidade que se comunicou aos depósitos  situados a dez metros de distância. Quando os voluntários d'Almada o quizeram debellar repararam que tinham sido cortadas as mangueiras. Pediram-se logo reforços para Lisboa; embarcou muito material d'incêndio com cavallaria e infantaria da guarda republicana que foram recebidas com manifestações hostis."



"A fábrica ficou totalmente reduzida a cinzas e as autoridades d'Almada  julgando que o incêndio era um acto de sabotage, levado a effeito depois do comicio da classe corticeira terminado momentos antes de elle se manifestar, prendeu o agitador operario Bartholomeu Constantino e pouco depois alguns dos seus companheiros."


Ilustração Portuguesa, nº289  de 4 de Setembro de 1911

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Memórias históricas dos Bombeiros Voluntários da Régua

Desde o início deste blogue, Sobre os Bombeiros Voluntários Lisbonenses, temos mantido um interessante contacto com o Presidente da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários da Régua, José Alfredo Almeida, que nos tem permitido publicar documentos, e textos de grande interesse histórico sobre aspectos da  longa actividade  daquela corporação.

Hoje, publicamos uma foto de 1916, na recepção ao então Ministro do Fomento Dr.Fernandes Costa, nas instalações da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários da Régua. Uma página do orçamento de 1882 daquela corporação, e um convite dos Bombeiros Voluntários da Ajuda, para a sessão solene comemorativa do cinquentenário daquela lisboeta Associação de Bombeiros Voluntários, em 10 de Abril de 1930.


Publicada, na Ilustração Portuguesa nº541 de 3 de Julho de 1916




quinta-feira, 1 de abril de 2010

Limoeiro de novo pasto de chamas em 1933

MEMÓRIAS

Desta vez ao contrário de 1919, não há registo de intervenção neste incêndio dos Bombeiros Voluntários Lisbonenses.

"Mais uma vez o fogo pegou no Limoeiro.De novo as chamas crepitaram, destruidoras, sobre o palácio trágico que hoje serve de prisão e onde a inocência e o crime se confudem na mesma sombre venenosa"
Na revista "Ilustração" nº11 de  1 de Junho de 1933